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Fórum no RS debate estratégias contra Influenza Aviária após casos em aves silvestres
Meio Ambiente

Fórum no RS debate estratégias contra Influenza Aviária após casos em aves silvestres

17 de março de 2026

Estado de Alerta: Rio Grande do Sul Reforça Ações Contra a Influenza Aviária

O recente registro de casos de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves silvestres no Rio Grande do Sul colocou autoridades e o setor produtivo em estado de alerta. Para debater os desafios e alinhar estratégias de controle e prevenção, foi realizado um importante fórum em Montenegro, reunindo especialistas, representantes do governo e produtores avícolas de todo o estado.

O encontro, intitulado 2º Fórum Estadual de Influenza Aviária, teve como foco principal a discussão de planos de contingência e o reforço das medidas de biossegurança nas propriedades. A preocupação aumentou após a confirmação de que cisnes-de-pescoço-preto encontrados na região da Reserva do Taim foram vítimas do vírus H5N1. Embora o caso seja restrito a aves silvestres, a vigilância foi intensificada para evitar qualquer risco de disseminação para a avicultura comercial, um dos pilares da economia gaúcha.

"A detecção em aves silvestres nos serve como um importante aviso. Precisamos estar um passo à frente, com todos os setores integrados e preparados para agir rapidamente em qualquer cenário", destacou um dos palestrantes da Secretaria da Agricultura.

Durante o evento, foram apresentados os protocolos de notificação e as ações de vigilância ativa que estão sendo implementadas. Especialistas enfatizaram a importância de os produtores notificarem imediatamente qualquer suspeita de doença em seus plantéis, como mortalidade alta e repentina ou sinais respiratórios e nervosos nas aves. A colaboração do setor privado é vista como fundamental para o sucesso das barreiras sanitárias.

Apesar da preocupação, as autoridades sanitárias reforçam que o foco detectado não altera o status do Rio Grande do Sul como zona livre de Influenza Aviária em aves comerciais. Portanto, não há impacto nas exportações de produtos avícolas. O momento é de vigilância e prevenção, garantindo a segurança tanto da produção quanto da saúde pública.

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