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Governo do RS conclui vistorias no entorno do foco de gripe aviária no Taim
Meio Ambiente

Governo do RS conclui vistorias no entorno do foco de gripe aviária no Taim

27 de janeiro de 2026

O governo do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), concluiu no último sábado (7) as vistorias em propriedades rurais localizadas no raio de 10 quilômetros do foco de gripe aviária (Influenza Aviária de Alta Patogenicidade - IAAP) detectado em aves silvestres na Estação Ecológica do Taim, em Santa Vitória do Palmar.

Ação preventiva e de monitoramento

A medida teve como objetivo principal o monitoramento da saúde das aves domésticas e o reforço das orientações aos produtores sobre as medidas de prevenção à doença. Ao todo, 40 propriedades com criações de aves de subsistência foram visitadas pelas equipes do serviço veterinário oficial.

Durante as visitas, os técnicos da Seapi realizaram a vigilância ativa, buscando por sinais clínicos da doença nas aves, e distribuíram material informativo com as principais recomendações para evitar a disseminação do vírus. A colaboração dos moradores da região foi fundamental para o sucesso da operação, segundo a pasta.

"A rápida resposta e a colaboração dos produtores foram essenciais para garantirmos a sanidade de nosso plantel avícola. Seguimos em alerta e monitorando a situação de perto", afirmou o diretor do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Seapi.

Foco em aves silvestres

O foco da doença foi confirmado no dia 3 de março em aves silvestres da espécie Coscoroba coscoroba, conhecidas como cisne-coscoroba. Desde então, a Estação Ecológica do Taim permanece fechada para visitação, como medida de precaução para evitar a circulação de pessoas e veículos na área afetada.

A Seapi reitera que o foco em aves silvestres não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil como livres de gripe aviária em aves comerciais, não havendo impacto no comércio de produtos avícolas. A secretaria salienta a importância de a população não recolher aves doentes ou mortas e acionar o serviço veterinário oficial para o atendimento adequado.

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